Afinal, O que é urgente?

O triste episódio na escola de Realengo impõe medidas urgentes. Das apresentadas, longe de tratar a raíz do problema.
Dispensa comentar o ocorrido. Repugnante, inacreditável e obriga num primeiro momento, o poder público a agir. Mas será que só agora é preciso de um sistema de ronda escolar ou um grupamento da Polícia Militar que só patrulha as escolas? Detectores de metal, monitores qualificados e vigilância rígida? Ou seria obrigação desde sempre?
Bom que pensem nisto - se o fizerem, melhor. Antes tarde do que nunca!
Mas,  a raíz do problema, o bullying sofrido por este delinquente é que precisa de fato ser combatido, compreendido, identificado por pais e mestres em comunhão.
Moral, valores, ética e respeito vem de berço e aí estamos pecando. Largamos nossos filhos à sorte na expectativa de que a escola cumpra um papel que é nosso. É certo que há importantes projetos que estimulam a aproximação dos pais aos institutos de educação mas é pouco. Talvez tenhamos que impor nossa presença até que entendamos nosso compromisso.
As instituições por sua vez, precisam envolver seus estudantes num convívio salutar. Um exemplo seria a obrigatoriedade do uniforme, uma medida simples que diminuiria sensivelmente as comparações e tantas outras medidas que estão na mente de muitos estudiosos (psicólogos, pedagogos, etc.) e da sociedade em geral mas que precisam estar na vontade dos poderosos.

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