Votar, acima de tudo.

Há momentos em que o voto representa muito mais que uma simples escolha.
Escrevi em 17/abr/2010:
"...Não mudei de opinião: neste ano não votarei nem em Dilma, tampouco em Serra. Mas a tendência sugere ser bem possível imaginar, nesses dois, um segundo turno.
A menos que Marina Silva ou algum outro candidato surpreenda, ou ainda se o povo também conhecido como eleitor, quiser mesmo mudar o país
".
Que situação!
Na ocasião, imaginava um cenário diferente. Atuações e embates com Aécio Neves, Cristóvão Buarque e Marina Silva que ficou sozinha e, mesmo assim, fez bonito.
Previ o segundo turno mas teimava em não acreditar. A dúvida e a dificuldade em escolher um nome foi enorme e desgastante mas, a consciência que tenho de que é extremamente importante votar não permitia anular o voto.
Não tenho problema algum em mudar de opinião. Sigo minhas convicções e isto fez com que decidisse por um deles o que ocorreu na última quinta.
Digo isto para fortalecer a importância do sistema democrático, a necessidade de participar, correr o risco e dar exemplo a nossos filhos e netos.
Meu voto não será para as pessoas de Dilma ou Serra mas, para um projeto analisado pelo contexto.
Bom voto!

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