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Mostrando postagens de Setembro, 2010

O político que eu quero

O representante ideal do meu país deve entender que o mais difícil na vida, é fazer as coisas de forma simples, sem rodeios e sem firulas. O político que eu quero não precisa ser professor, basta entender que esse profissional precisa de respeito e valorização. Pouco me importa se foi torturado ou preso no passado desde que consiga avaliar suas atitudes daquela época. Não precisa ser advogado, mas deve ser justo e sensato em suas decisões. Tampouco especialista em marketing no entanto, convém divulgar seus pontos positivos e a forma inteligente que colocará suas ideias em prática. O político que eu quero não precisa ser economista mas deve saber que a base que sustenta qualquer instituição é uma saúde financeira estável. Não exigo que seja médico desde que não dê as costas para os problemas da saúde pública. Ter sido empregado doméstico não é pré-requisito desde que entenda que todas as profissões são necessárias e merecem respeito. Sua religião não importa pois nenhuma quer o mal de seu seme…

O exemplo francês II

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Correio do Povo, edição de hoje.

Jornal impresso

Não vejo nem imagino o fim da mídia impressa. É prazeroso, agradável e indescritível 'tocar' em um jornal, sentir o cheiro da tinta e ler, no papel, notícias e opiniões.
O mundo mudou, e a tecnologia, gradativamente vai mudando hábitos e conceitos. A internet simplesmente revolucionou os contatos e o acesso a informação.
Navegando na web, deparei-me com a notícia: 'New York Times’ anuncia fim de sua edição impressa'. Argumentos não faltam para justificar tal decisão, o financeiro é o motivo mais sensível e determinante para a medida. O tema é polêmico e remete a várias teorias. Particularmente, não creio no fim do jornal impresso mas sim, numa adaptação. É preciso entender o que está acontecendo e, apartir disso, mudar o rumo. Vejo ainda como fundamental a mídia impressa. Opinião, análises num "documento palpável" insubstituível que jamais acabará. O New York Times pode estar se precipitando com essa ideia e tende a deixar um nicho a concorrência para posteriorme…

O exemplo francês

Notícia de hoje:
Parlamento francês iniciou nesta terça (07) o debate sobre os planos do governo para reformar o sistema de aposentadorias e elevar de 60 para 62 anos a idade mínima para obter o benefício. O ministro do Trabalho, Eric Woerth, disse aos legisladores que a reforma é urgente já que o sistema de pensão perde muito dinheiro com o aumento da expectativa de vida desde 1983, quando o sistema vigente foi implementado. "Se não fizermos a reforma amanhã, não poderemos salvar [o sistema]", disse Woerth aos parlamentares. Leia + Polêmico, mas, justificável a mudança proposta pelo governo francês mas que cabem duas observações: 1° - A medida surge com escalonamento bem mais civilizado do que no Brasil. 2° - Não está nada decidido, os parlamentares devem votar na próxima semana, mesmo assim, 1,1 milhão de pessoas foram às ruas do país em uma greve geral contra a mudança. Poder de indignação, politização e participação ativa nas decisões políticas mostram o quanto ainda devemos …