Enfim, a fita


Onde há fumaça, há fogo e uma CPI já se torna imperativa.
Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai à Maomé. É assim, dois ditados explicam o fenômeno Yeda Crusius que está sempre no meio ou no estopim de uma crise. Quando tudo está calmo e nem ela gera, eis que um dado novo aparece e nisso, a Veja é mestre. (leia+)
As gravações e o depoimento da empresária Magda Koegnikan lançaram uma nova sombra sobre o governo estadual e convenhamos: há algo de podre no ar.
Críticas à parte, sempre achei - embora não esteja concluindo nada - que Luciana Genro e Pedro Ruas não abririam a boca sem o mínimo de fundamento.
Há casos em que o tempo é o melhor remédio e, cedo ou tarde, revela quem de fato falava a verdade.

Semana eletrizante que se inicia...

É com você, Yeda!

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