Mata-mata


Sou um árduo defensor do mata-mata. Para mim, é o sistema que premia a garra, força, camisa e toda magia que envolve o futebol.
Sei que é sistema de pontos corridos é o mais justo, valoriza o clube melhor estruturado etc. Mas, como terceiro-mundistas que somos, gostaria de rever oitavas, quartas, semi e final no Brasileirão com suas surpresas daquele clube que entra na oitava posição e com paixão e vitalidade chega quem sabe a uma final ou título, na superação.
Hiltor Monbach que todos sabem ser também um defensor das oitavas, quartas, semi e final em sua coluna de ontem analisou a inchação de clubes paulistas no brasileirão (nada contra os referidos) e concluiu:
"Não precisarei mais defender o mata-mata: os times dos outros estados estarão mortos. Sobre minhas previsões: ficarei felicíssimo se derem errado. Ah! Gostaria que dessem errado ainda em vida. Como todos sabem, previ que não veremos um gaúcho campeão do Brasileiro nos próximos 100 anos. Cinco já se foram".
Ainda:
"Em dezembro de 2002 era aprovado, com voto do Inter e contra o Grêmio, a fórmula de pontos corridos do Brasileiro. De lá para cá o Inter conquistou a Libertadores, o Mundial e a Sul-Americana pelo sistema mata-mata. Pelo mata-mata, o Goiás se mataria em campo contra o SP, domingo, para não perder a oitava vaga. Jogou como quem cata pitanga".
É bem verdade que o campeonato deste ano foi bem emocionante.
Mas poderia ter sido muito melhor!

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