A vida valendo cada vez menos.

Estamos diante da degradação da vida humana. A tolerância é zero e o futuro, preocupante.
Élio Gaspari em sua coluna de hoje, contou o fato que transcrevo a seguir ocorrido nas Casas Bahia:
"Na segunda-feira, Alberto Milfont Júnior, um trabalhador de 23 anos, foi com a mulher a uma filial da Zona Sul de São Paulo para comprar um colchão. Enquanto ela estava na fila da caixa, ele esperava, sentado num sofá. Um segurança desconfiou da aparência do rapaz, bateram boca e, apesar da tentativa pacificadora de um gerente, ele o matou com um tiro no rosto. O casal tinha um filho de 5 meses".
Na coluna, Élio Gaspari se deteve a avaliar a postura da empresa na pessoa do seu proprietário, Samuel Klein, o qual faz muito bem o colunista.
Mas o que proponho é uma reflexão sobre a vida, este bem tão precioso e que estamos banalizando.
Estamos nos matando por causa de tênis, por a namorada não querer mais ficar, porque ele torce para outro time de futebol, por desconfiança, por que não foi com a cara, por causa de drogas, etc.
Matando. O que por si só nem deveria ser cometido, é feito com uma naturalidade que não impressiona mais...por quê?
Refletimos!
A vida está valendo cada vez menos.

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