Greve, agora?


Fazer uma greve no magistério agora é de uma enorme irresponsabilidade. A causa, de justa, passa a ter uma conotação de repúdio e apoiá-los nesse momento, fica difícil.

Sou pela educação!
Penso, como muitos que é através dela que resolveremos todos os problemas do mundo.
Também acho que nossos educadores são mal pagos e muitas vezes não tem as condições necessárias de desenvolver um trabalho digno.

Mas isso não dá o direito de, numa manobra política - não consigo pensar diferente - o magistério público me aprovar uma greve por tempo indeterninado faltando menos de um mês para o término do ano letivo.
Na tentativa de pressionar o governo os professores, neste caso, prejudicarão 1,2 milhão de alunos, seus pais e seus projetos pessoais demostrando uma falta de bom senso sem tamanho.

O educador é um profissional que merece nosso respeito, por outro lado, ninguém é professor por opção, existe aí a vocação e a responsabilidade social para tal. Nessa sentido, vejo uma total insensibilidade dessa maioria que aprovou a paralisação.

Querem fazer greve, façam! Mas por favor, terminem o ano letivo e não começem o próximo então, como acontece normalmente.
Sou crítico do governo Yeda, mas concordo com o com o corte do ponto e a substituição dos grevistas garantidas pela secretária da Educação, Mariza Abreu.

É preciso diciplinar esse banalizado direito do cidadão.

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