Ética, moral e outras "antiguidades".

Desde que venham à tona falcatruas e pilantragens de quem quer que seja, pouco me importa a forma da obtenção das provas. Na vida, ou voçê é ético/verdadeiro/correto ou não é.

A crise no Rio Grande do Sul ganhou o país e durante a semana, na mesma proporção em que se discutia o conteúdo das gravações do vice-governador, a legitimidade da origem da mesma foi amplamente questionada.
Não vou aqui me deter sobre a postura de Paulo Feijó, acho que não vem ao caso, tampouco quero inocentá-lo de alguma coisa, mas sinceramente, uma vez em que foram expostas verdades outrora negadas pelos envolvidos, não é o que vale?
Levantamento realizado pelo instituto Fato de Pesquisa Social e Mercadológica aponta que nada menos que 61,8% apóiam Feijó, contra 23,9% que desaprovam o procedimento.
Foi considerado legítimo por 59,6% dos consultados o fato do vice ter gravado o diálogo sem o conhecimento do interlocutor. Por outro lado, 33,3% avaliaram como antiética a postura do Democrata. Foram ouvidos 821 entrevistados em 22 municípios entre os dias 11 e 13 de junho.
Os fins justificam os meios.

Temo que essas pessoas que estão criticando a ação do vice-governador estejam na verdade com medo do que andaram dizendo por aí nas conversas informais.

Por outro lado, se voçê é ético e verdadeiro, não tem de temer o risco de ser gravado, por exemplo. Essas qualidades da "antiguidade" precisam ser recuperadas pela humanidade, em especial os políticos, para que possamos acreditar num mundo melhor para nós e nossos filhos.

Por enquanto, está difícil...

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