As metáforas que dão certo.

Criar metáforas para defender uma idéia tornou-se um dos mais infalíveis métodos de superação de algo ou alguém que sequer, imagináva-se existir.
Collor, que o Brasil não conhecia, elegeu-se presidente da república como produto de mídia: um rostinho bonito, rede globo todos os dias e textos bem feitos. Desbancou adversários tradicionais e conhecidíssimos do cenário político.
Germano Rigotto tornou-se governador do Rio Grande do Sul surgindo de um início de campanha pífio. Ao pedir para o eleitor seguir seu coração foi, com o tempo, crescendo, crescendo....e o final da história todos sabemos. Conquistou uma eleição impossível de vencer e perdeu, proporcionalmente outra impossível de perder.
Lulla por outro lado, era conhecidíssimo no cenário nacional mas ninguém queria vê-lo no poder. Ao assumir-se como "esperança" provocou os eleitores que, numa afronta o fizeram Presidente da República, duas vezes: A esperança venceu o medo!
Agora, Barak Hussein Obama surge como um vulcão adormecido em erupção, um meteorito e, aos poucos vai não só ganhando notoriedade, como firmando-se como real candidato democrata. Seu partido já o denomina como "sonho" eliminando indecisos provocando-lhes escolher entre o sonho e a eficiência (Hillary).
O fato de criar metáforas não é ruim, muito pelo contrário, é uma estratégia e tanto, o desafio é fazer do adjetivo criado uma verdade concreta. Tornar real uma promessa de campanha nunca foi prioridade, mas, ao denominar-se como esperança ou sonho pode ser extremamente comprometedor para a carreira de qualquer político ou partido.
Pode ser um terrível pesadelo!

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